quinta-feira, 15 de abril de 2010
Unicamp fará simulado do novo modelo da primeira fase do vestibular 2011
A Unicamp mudou seu sistema de vestibular que entrará em vigor no próximo ano. No sistema antigo a prova era feita de duas fases dissertativas. No novo modelo teremos a primeira fase formada por 48 questões no formato de alternativas juntamente com a redação ainda na primeira fase. A segunda fase continua como antes.
Vale lembrar que ainda este mês a Unicamp abrirá seus sistemas para solicitação de isenção para o vestibular 2011.
Para o simulado serão reservados 1200 vagas, ou seja, nem todos que se inscreverem poderão fazer a prova. O sistema de escolha será por sorteio.
Outra novidade na redação é a obrigatoriedade de produção de 3 textos.
Veja as datas importantes do simulado:
# 22 e 23 de abril - Inscrições em www.comvest.unicamp.br (será necessário o CPF pessoal);
# 27 de abril (10h) - Divulgação da lista de participantes sorteados e de uma lista de espera;
# 27 e 28 de abril (das 10 horas do dia 27 de abril até as 17 horas do dia 28 de abril) - Confirmação de interesse para os participantes sorteados e para os constantes da lista de espera;
# 30 de abril (10h) - Divulgação da lista final de participantes e dos locais de prova;
# 16 de maio - Aplicação do simulado. A prova será realizada no Ciclo Básico II da Unicamp, campus de Campinas. O acesso aos locais de prova se dará até 13h; não será permitida a entrada após esse horário. Recomenda-se que os participantes estejam no local de prova às 12h30. Os participantes poderão deixar o local de exame após 3 horas e meia do início da prova. Os participantes poderão levar uma cópia do cartão de respostas;
# 17 de maio - Divulgação do gabarito das questões de múltipla escolha.
# 15 de junho - Divulgação do resultado final do simulado para participantes e de textos comentados da parte de redação, incluindo as expectativas da banca.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Muito Legal!
O cara fez direitinho e outra a música é legal vai!!
abraços
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Impressionante!
até o próximo post
Um novo velho elemento químico!
Descoberto elemento 117 da Tabela Periódica
Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/04/2010

Em busca da ilha de estabilidade química, os pesquisadores inicialmente ignoraram o elemento 117 devido à dificuldade em obter o material-alvo berquélio. [Imagem: Kwei-Yu Chu/LLNL]
Uma equipe internacional de cientistas da Rússia e dos Estados Unidos descobriu o mais novo elemento da Tabela Periódica, o elemento 117.
"A descoberta do elemento 117 é o ponto alto de um percurso de uma década de pesquisas para expandir a Tabela Periódica e escrever o próximo capítulo nas pesquisas sobre elementos pesados," disse Yuri Oganessian, coordenador da equipe.
Seis átomos
A equipe encontrou o elemento 117 medindo padrões de decaimento observados depois que um alvo de berquélio radioativo foi bombardeado com íons de cálcio, no ciclotron JINR, em Dubna, na Rússia.
O experimento produziu seis átomos do elemento 117 depois de bombardearem o alvo continuamente por 150 dias.
Para cada átomo, a equipe observou o decaimento alfa do elemento 117 para 115, depois para 113, e assim por diante, até que seu núcleo passasse por um processo de fissão, dividindo-se em dois elementos mais leves.
O elemento 117 era o último elemento que faltava na linha sete da Tabela Periódica.
Ilha de estabilidade química
No total, foram produzidos 11 novos isótopos "ricos em nêutrons", levando os pesquisadores mais perto da suposta "ilha de estabilidade" dos elementos superpesados.
A ilha de estabilidade é um termo da física nuclear que se refere à possível existência de uma região além da Tabela Periódica atual, onde novos elementos superpesados, com números especiais de prótons e nêutrons, apresentariam uma maior estabilidade.
Essa ilha estenderia a Tabela Periódica para acomodar elementos ainda mais pesados e isótopos com meia-vida mais longa, permitindo a realização de reações químicas com eles.
Alvo raro
O experimento produziu seis átomos do elemento 117 depois de bombardearem o alvo continuamente por 150 dias. [Imagem: LLNL]Em busca da ilha de estabilidade, os pesquisadores inicialmente ignoraram o elemento 117 devido à dificuldade em obter o material-alvo berquélio.
Agora ele foi obtido em uma irradiação contínua, durante 250 dias, no mais poderoso fluxo de nêutrons do mundo, no Laboratório Oak Ridge, nos Estados Unidos, o que resultou em 22 miligramas de berquélio.
O padrão de decaimento dos novos isótopos, observado neste experimento, demonstrou a tendência constante de aumento da estabilidade conforme os cientistas se aproximam da teórica ilha de estabilidade química, reforçando as evidências de sua existência real.
Mudanças na Tabela Periódica
Esta descoberta eleva para seis o total de novos elementos descobertos pela mesma equipe - 113, 114, 115, 116, 117 e 118, o elemento mais pesado até hoje. Desde 1940, 26 novos elementos acima do urânio foram adicionados à Tabela Periódica.
Agora começa o processo para dar nome ao elemento 117. O último elemento oficialmente batizado pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC) foi o 112. Os demais continuam sendo discutidos - veja Elemento químico 112 é batizado de Copernício.
Há poucos dias, outros cientistas anunciaram a descoberta de núcleos atômicos compostos de antimatéria que poderão mudar ainda mais a Tabela Periódica, dando- lhe um aspecto tridimensional - veja Descoberta antimatéria que cria nova Tabela Periódica.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Peixe médico

É isso mesmo pessoal um peixe médico!
são os Garra Rufa, peixes da ásia central que comem pele morta.(argh!)São usados em diversas partes do mundo em tratamentos de doenças dermatológicas e há quem diga que chegam até a cura com o tratamento, no entanto há também aqueles que dizem que não são eficazes.
pelo menos o assunto é interessante!
abaixo um vídeo deles (peixes) trabalhando.
abraços até o próximo post!!
terça-feira, 6 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010

Ir a Marte e voltar: tão real quanto possível
Missão simulada a Marte
Uma tripulação de seis pessoas começará em breve uma missão simulada a Marte, em instalações que incluem uma nave interplanetária, um módulo para descida até a superfície do planeta e até a paisagem de Marte.
O objetivo da experiência é simular uma missão completa de ida e volta a Marte, com o maior rigor possível. Os psicólogos a consideram o derradeiro teste da resistência humana.
Em 2009, as mesmas instalações foram utilizadas para uma "simulação de aquecimento", que durou 105 dias.
Viagem a Marte
Agora a Mars500 será uma simulação daquilo que seria uma viagem real a Marte, considerado o nível atual da tecnologia.
Apesar do nome do experimento, serão na verdade 520 dias de missão simulada - 250 dias para a viagem a Marte, 30 dias na superfície e 240 dias para a viagem de regresso.
A equipe de "astronautas" é formada por um belga, dois franceses, um ítalo-colombiano, três russos e um chinês. As instalações de isolamento ficam em Moscou, na Rússia.
O teste de 520 dias de isolamento é a última e a principal fase da experiência Mars500, que começou em 2007. A primeira fase, em Novembro daquele ano foi uma simulação de 14 dias que serviu para testar, essencialmente, as instalações e os procedimentos operacionais. A segunda fase aconteceu em 2009, quando uma tripulação de quatro russos e dois europeus ficaram fechados nas instalações durante 105 dias.
BBB espacial
Durante o experimento, a tripulação ficará hermeticamente isolada num espaço confinado com consumo limitado de alimentos e água e comunicações exclusivamente via Internet, interrompida ocasionalmente e com um atraso de 20 minutos, como aconteceria numa missão real a Marte, por causa da distância entre a nave e a Terra.
A tripulação será monitorada continuamente e os seus parâmetros psicológicos, médicos e físicos serão medidos e gravados durante toda a missão. Durante as operações na superfície do planeta, ao fim dos primeiros 250 dias, a tripulação será dividida ao meio, três indo para o simulador da superfície marciana e os outros três permanecendo na nave.
Comida de astronauta
A tripulação será fechada no simulador já com toda a comida necessária para todo o experimento, tendo que controlar o consumo rigorosamente.
A dieta será semelhante à da tripulação da Estação Espacial Internacional.
As tarefas executadas serão comparáveis às dos astronautas em órbita da Terra, incluindo a manutenção das instalações, experiências científicas e exercícios físicos.
Cada membro da tripulação terá sete dias de trabalho, seguidos por dois dias de folga, exceto quando forem simuladas situações de emergência.
Viagem virtual
Esta missão pode não trazer a mesma emoção que um verdadeiro voo espacial, mas certamente não será fácil.
Os primeiros humanos que, no futuro, andarem realmente sobre Marte seguramente irão lembrar-se destes pioneiros, que passarão pelas dificuldades sem desfrutar do prazer de uma viagem real.
Fonte: Inovação TecnológicaStart!! hehehehe
Como professor já trabahei e trabalho tanto com apostilas quanto com livros didáticos e por experiência o professor é o que faz a diferença sim no entanto temos livros e apostilas de péssima qualidade. Quando penso em qualidade vejo que pelo menos o conteúdo todo seja abordado dentro de cada área e que contenham exercícios que mostrem ao aluno as diversas possibilidades de aplicação do referido conteúdo o que muitas vezes faltam principalmente em muitos livros didáticos por aí.
Não sei ao certo o que o MEC quer quando reprova uma série de livros que já são utilizados a muito tempo, a exemplo: fundamentos da física;Nicolau e Ramalho. Foi com esse livro que estudei para entrar na USP e é com esse livro que, por exemplo, alunos do colégio Bandeirantes estudam.
Para maiores informações é esse colégio que mais coloca gente na USP!!!
Me parece que isso não é argumento para os nossos representantes no MEC, fazer o que?
O fato é que temos quase que 100% dos alunos de rede pública e vários de "escolinhas" particulares (a única diferença entre essas e as públicas é que os pais pagam pela mesma) entram mesmo é na rede particular de ensino superior. Sem falar nas bolsas dadas pelo ENEM que o aluno se sente como se tivesse recebido uma dádiva dos céus!!ohhhhhh e não vê que seu futuro como estudante começou a ser comprometido bem ali, mas isso é assunto para uma outra postagem ok!! bem aqui vai a reportagem galera!! abraço
Material não passa por avaliação do ministério Associação diz ter pedido ao MEC que avalie apostilas, mas ainda não houve resposta
Defensores do sistema afirmam que método poupa parte do trabalho pedagógico e facilita acompanhamento dos pais
ANTÔNIO GOIS
DA SUCURSAL DO RIO
Os tradicionais livros didáticos perdem cada vez mais espaço para as apostilas elaboradas por redes de ensino privado. Levantamento feito pela Folha mostra que ao menos um terço dos colégios particulares já adota esse sistema de ensino em substituição ou complemento dos livros.
Dos 18 grupos identificados, apenas três -Etapa, Expoente e Ser- não quiseram divulgar seus números. Com as informações dos 15 demais sistemas, foi possível calcular que ao menos 7.000 escolas (33% do total de 21 mil instituições particulares de ensino fundamental e médio do país) trabalham com as apostilas.
Ao entregar para o professor um material estruturado e com planos de aula a serem seguidos, poupa-se parte do trabalho de coordenação pedagógica. Fica também mais fácil para pais e alunos acompanharem se o conteúdo previsto está, de fato, sendo transmitido.
Especialista afirmam, porém, que o sistema pode tirar a autonomia do professor e, em alguns casos, dar pouca margem para trabalhar conteúdos regionais em escolas fora do Sul e Sudeste, onde se concentram os grupos educacionais responsáveis pelas apostilas.
Outro aspecto negativo é que, ao contrário dos livros didáticos, as apostilas elaboradas pelos grupos não são avaliadas pelo Ministério da Educação.
A Abrase (Associação Brasileira de Sistemas de Ensino) já propôs ao ministério que faça uma avaliação oficial, mas, afirma a entidade, ainda não houve resposta do MEC.
Origem
Os sistemas surgiram a partir de cursos pré-vestibulares de São Paulo e Paraná na década de 70, mas foi nos anos 90 que cresceram aceleradamente.
Hoje já são vendidas apostiladas para todas as etapas da educação básica. Por ano, o custo varia entre R$ 100 -em séries iniciais do ensino fundamental e educação infantil- e R$ 1.000 -caso das apostilas voltadas a pré-vestibulares.
Executivos desses grupos ouvidos pela Folha se dividem em relação ao potencial de crescimento. Há quem ache que, no setor privado, chegou-se perto do teto. Mas também quem aposte que ainda há muito a expandir.
Estimativas de faturamento do setor variam de R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão por ano.
Com o crescimento acelerado dos sistemas, empresas que lucravam com venda de livros didáticos, como as editoras Moderna, FTD, Ática/Scipione e a livraria Saraiva, tiveram de entrar no setor.
José Arnaldo Favaretto, diretor de sistemas de ensino da Saraiva, afirma também que os livros didáticos tiveram que se adaptar aos sistemas, incorporando alguns serviços.
"Hoje, muitas editoras agregam ao livro preparação de planos de aula e orientação ao professor, que são oferecidos pelos sistemas de ensino", diz ele.
Além de apoio pedagógico, os sistemas atraem também escolas em busca de reforço de marketing, associando-se a uma marca mais forte.
Professor é mais importante que apostila, diz diretor
DA SUCURSAL DO RIO
Usando ou não apostilas elaboradas por sistemas de ensino, diretores de escolas que têm ou tiveram experiência com esse material concordam que ele nunca será mais importante que o professor.No colégio Pentágono, em São Paulo, a diretora-geral Gracia Klein afirma que desistiu de trabalhar há três anos com sistemas de ensino.
"Nossa avaliação foi que o livro didático era menos restritivo [que o material apostilado] e permitia um aprofundamento maior dos conteúdos transmitos aos estudantes. Mas não acredito que exista livro didático ou sistema de ensino perfeito. É o professor quem faz a diferença em sala de aula", afirma a diretora.
Já no colégio I.L.Peretz, também de São Paulo, a diretora-geral, Gita Guinsburg, está satisfeita com o uso de um sistema no ensino médio.
"O conteúdo vem todo organizado, o que facilita o trabalho do professor, e o material é mais barato para os pais. Mas isso não é suficiente para garantir a qualidade do ensino. A alma da escola é a qualidade do professor", diz Gita.
Escola top não precisa de apostilas, diz pesquisadora
Para Paula Louzano, colégio de elite pode investir em corpo docente mais qualificado
Doutora em educação por Havard (EUA) afirma que sistema agrega mais em instituições com mensalidades mais baixas
DA SUCURSAL DO RIO
Paula Louzano, doutora em educação pela Universidade Harvard (EUA) e autora de estudos sobre o uso de sistemas de ensino em redes públicas no Brasil, afirma que a eficácia desses métodos dependerá do contexto de cada escola e do perfil do corpo docente.
"Numa escola em uma cidade pequena e que cobre uma mensalidade baixa, esse sistema pode agregar muito. Mas, numa cidade como São Paulo, há muitas escolas que não precisam desses sistemas para ter qualidade, pois já têm uma equipe bem capacitada que não dependerá de um material estruturado para fazer um bom trabalho", diz ela.
Guilherme Faiguenboim, diretor do sistema Anglo e presidente da Associação Brasileira de Sistemas de Ensino, também concorda com a ideia de que nem todas as escolas podem adotar as apostilas como método pedagógico.
"Escolas muito boas e muito caras têm condições de contratar professores que saibam fazer bom uso de sua autonomia. Colégios muito baratos e com professores despreparados também terão dificuldade para se adaptar. A maioria está nesta faixa intermediária", afirma.
Como muitos desses sistemas têm atuação também na rede pública, o tema começa a despertar atenção de gestores e especialistas.
A única pesquisa empírica feita até o momento com base nos dados do Ideb (indicador do MEC de qualidade da educação pública) não apontou resultados conclusivos.
O estudo, da Fundação Getulio Vargas, mostrou que municípios que passaram a utilizar sistemas tiveram, em média, resultados melhores. No entanto não foi possível atribuir essa diferença exclusivamente ao uso do métodos.
é isso ae pessoal até a próxima postagem!


